domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Abra e seja e vença.
Marginalizando-se pra matar o tempo
Compondo versos pra tapar os rombos feitos por ti
Evitando abrir-se para o mundo, com vergonha de se expressar
Sublinhando deveres, suportando rumores, inclinando-se mediante as situações
Sacrificando-se em prol de quem não merece a ti
Atirando toda a culpa em si mesmo
Vendendo-se em troca de algumas moedas
Perguntando-se se algum dia esse tal alguém te amou
Sempre que se vê mediante a algum tipo de situação adversa
Foge como se fosse um pássaro pequeno e inseguro.
Tenta procurar saídas em bares da esquina como se o seu corpo tivesse culpa
Culpando-se por um erro que não cometeu
Abra a janela da vida e veja quem te ama de verdade.
Abra um sorriso e deixa o Ser supremo te achar.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Doce Sabor
Ah doce sabor da juventude
Que nunca se vá ou que quando se for traga contigo o sabor da experiência
Fantasiamos sempre tantas coisas supérfluas,
Amar e não ser correspondido
Ou ser amado e não corresponder
Deixar-nos envolver nos braços de quem amamos
Ou pelo menos os que achamos que amamos.
Aventurar-nos e seguir a vida assim, de forma simples e tranqüila.
Até que então chegar o valor das responsabilidades e que nos pega de surpresa
Vinte e poucos anos se passam,
E parece que foi ontem o primeiro beijo na boca, de verdade...
A primeira carta de amor
A primeira serenata,
O primeiro amor,
A primeira dor...
Ah doce sabor da juventude,que nunca se vá...
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Doce Velhice.
As cicatrizes que trago comigo, são marcas do que já vivi.
Experiências essas que nunca quero perder...
Nem mesmo quando a velhice chegar, nem mesmo quando a dor forte apertar.
Nem mesmo quando sofrer por amar...
É incrível o quão tudo passa rápido,
Incrível também ver que outro dia mesmo um garoto fui
Um garoto no qual não sabia o rumo a seguir
Vinte poucos anos se passam e pronto,estamos aptos a escrever
Impressionante o quão crescemos, o quão aprendemos,
Tudo o que fomos e somos e fizemos...
Toda essa memória parece ser guardada num baú,
Baú o qual na hora da morte hei de resgatar e cada fragmento juntar
Mas de uma coisa só eu exijo me lembrar.
Que um dia te fiz sorrir, que um dia te fiz feliz, que um dia te fiz amar.
Por : Rafael Ferrero
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Vida longa a morte
Acho certas coisas muito injustas...
Entre tantas coisas vou citar a morte.
Vivemos a quantidade de anos cedidos por Deus a viver
Enfrentamos barreiras, obstáculos...
Somos ensinados a lutar para superar nossas limitações, medos e derrotas
Adquirimos conceitos, lembranças e memórias
Formamos família, lutamos contra a maré em prol das nossas conquistas
Daí quando se menos espera nos vem de surpresa a morte.
Morrem ali nossos sonhos, nossas memórias, nossas conquistas
Mas se você fez valer à pena a vida que te deram sua alma nunca será esquecida.
Por: Rafael Ferrero
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