sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Música para degustar : Beirut.




































Beirut é o nome da banda de Zach Condon, nativo de Santa Fe, Novo México. O primeiro lançamento oficial com o nome de Beirut contou com a colaboração de Jeremy Barnes (Neutral Milk Hotel, A Hawk and a Hacksaw) e Heather Trost (A Hawk and a Hacksaw); ele combina elementos do Leste Europeu e do folk. Zach Condon tem o trompete e o ukelele como seus principais instrumentos, tendo sido impedido de tocar guitarra por conta de um machucado no pulso.
Quando mais novo, Zach Condon já havia lançado alguns álbuns. Ele gravou com o nome The Real People quando tinha 15 anos um albúm de lo-fichamado The Joys of Losing Wight. Estudou na escola Santa Fe High School até os 16 anos de idade, quando foi viajar pela Europa, continente no qual teve contato com a música balcânica, incluindo Boban Marković Orchestra e Goran Bregović.
Em 2006, o Beirut lançou dois álbuns inspirados pelos Balcãs pela Ba Da Bing, Gulag Orkestar e Lon Gisland. Também lançaram outras músicas separadas, três disponíveis no Pompeii EP, outra num split-CD junto a Calexico, e outra numa coletânea para a revista The Believer. Enquanto morava no Brooklyn, Zach Condon gravou também um video de "Scenic World" na fábrica da Sweet'N Low, e tocou em vários lugares em Nova Iorque e Europa.
O segundo álbum, The Flying Club Cup, vazou na internet em 25 de Agosto de 2007 e lançado em 9 de outubro de 2007.
A música Elephant Gun foi tema dos protagonistas da microssérie Capitu, exibida pela Rede Globo no ano de 2008. Com essa recente aparição em rede de televisão aberta, a música conquistou notável lugar (2º) como TopMúsica (as mais procuradas) em vários sites brasileiros de letras de músicas.

domingo, 26 de dezembro de 2010

O calor da tua pele.

Quero a tua ousada sútil companhia.
Tua doce e estreita alegria,fugaz.
Ser sincero quando me convir.
Usar todas minhas armas para deliciarme do teu corpo.

Me perco em teus braços como fogo ardente.
Lambuzo boca,nuca,pés e mãos,num ato gostoso,uso.
Deliro no teu sorriso meigo e ao mesmo tempo perverso.

Preciso ver,sentir,tocar.
Um contato por menor que seja,eu preciso ter.
Consigo daqui sentir o cheiro das tuas mãos umidas pelo suor que sai das curvas do teu corpo.
Ouço tua voz me chamando pra entrar,me dando passe livre para trazer a felicidade.
E eu vou,assim,vou.

Por: Rafael Ferrero

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tropicália - Tropicalismo.

A Tropicália, Tropicalismo ou Movimento tropicalista foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o pop-rock e o concretismo); misturou manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob o regime militar, no final da década de 1960. O movimento manifestou-se principalmente na música (cujos maiores representantes foram Caetano Veloso, Gilberto Gil,Gal Costa,Torquato Neto, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio Oiticica), o cinema(o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema novo de Gláuber Rocha) e o teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa). Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de "Tropicália".

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dica de Filme: Boys Don't Cry.
























Saiba como Teena Brandon se tornou Brandon Teena e passou a reivindicar uma nova identidade, masculina, numa cidade rural de Falls City, Nebraska. Brandon inicialmente consegue criar uma imagem masculinizada de si mesma, se apaixonando pela garota com quem sai, Lana, e se tornando amigo de John e Tom. Entretanto, quando a identidade sexual de Brandon vem à público, a revelação ativa uma espiral crescente de violência na cidade.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Colagens de Marek Haiduk


Seu trabalho não contém um tema específico. No entanto, Marek gosta de brincar com o tempo, misturando referências ao passado, presente e futuro em suas colagens. E isso pode ser facilmente observado na criação que faz de diálogos entre épocas distintas, por meio de imagens e conceitos antigos.

Algumas colagens de Marek possuem um tom irônico, outras são quase românticas. Mas em todas se observa firmes referenciais - um pouco de sua própria história, um pouco de como enxerga o mundo - e sua arte toma um contorno tão expressivo quanto uma colcha de retalhos, feita de fragmentos individuais.

Atualmente, o artista vive em Viena, Áustria.